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terça-feira, 1 de junho de 2010
Inauguração da Brinquedoteca, Comemoração pelo Dia Internacional do Brincar e Divulgação dos Sacos de Brinquedos Itinerantes
Já na brinquedoteca! Maquiando...
A casinha da Brinquedoteca:
Texto disponibilizado e organizado pela Estagiária de Psicologia Denise Inês Frey
Desenvolvimento Infantil segundo Erik Erikson
Em meados do século XX, Erikson começa a construir sua teoria psicossocial do desenvolvimento humano, sempre considerando o ser humano como um ser social, antes de tudo, um ser que vive em grupo e sofre a pressão e a influência deste.
Erikson criou alguns estágios, que ele chamou de psicossociais, onde ele descreveu algumas crises pelas quais a criança passa, ao longo do ciclo vital. Estas crises seriam estruturadas de forma que, ao sair delas, o sujeito sairia mais fortalecido ou mais frágil, de acordo com sua vivência do conflito, e este final de crise influenciaria diretamente na identidade da criança.
Abaixo, descrevemos sucintamente tais estágios:
Em meados do século XX, Erikson começa a construir sua teoria psicossocial do desenvolvimento humano, sempre considerando o ser humano como um ser social, antes de tudo, um ser que vive em grupo e sofre a pressão e a influência deste.
Erikson criou alguns estágios, que ele chamou de psicossociais, onde ele descreveu algumas crises pelas quais a criança passa, ao longo do ciclo vital. Estas crises seriam estruturadas de forma que, ao sair delas, o sujeito sairia mais fortalecido ou mais frágil, de acordo com sua vivência do conflito, e este final de crise influenciaria diretamente na identidade da criança.
Abaixo, descrevemos sucintamente tais estágios:
Confiança Básica x Desconfiança Básica
A atenção do bebê se volta à pessoa que provê seu conforto, que satisfaz suas ansiedades e necessidades em um espaço do tempo suportável: a mãe. A mãe lhe dá garantias de que não está abandonado à própria sorte no mundo. Assim se estabelece a primeira relação social do bebê. E justamente sentindo falta da mãe que a criança começa a lidar com algo que Erikson chama de força básica (cada fase tem a sua força característica). Nesta, a força que nasce é a esperança. Quando o bebê se dá conta de que sua mãe não está ali, ou está demorando a voltar, cria-se a esperança de sua volta. E quando a mãe volta, ele compreende que é possível querer e esperar, porque isso vai se realizar; ele começa a entender que objetos ou pessoas existem, embora esteja fora – temporariamente – de seu campo de visão. Quando o bebê vivencia positivamente estas descobertas, e quando a mãe confirma suas expectativas e esperanças, surge a confiança básica, ou seja, a criança tem a sensação de que o mundo é bom, que as coisas podem ser reais e confiáveis. Do contrário, surge a desconfiança básica, o sentimento de que mundo não corresponde, que é mau ingrato. A partir daí, já podemos perceber alguns traços da personalidade se formando, ainda que em tão tenra idade (Erikson, 1987 e 1976). É importante que a criança conviva com pequenas frustrações, pois é daí que ela vai aprender a definir quais esperanças são possíveis de serem realizadas, ou seja, as regras que regem o mundo.
Nesta fase também o bebê tem a idéia de sua mãe como um ser supremo, luminoso, iluminado. Nesta mesma época, começam as identificações com a mãe, que é por enquanto, a única referência social que a criança tem. Se esta identificação for positiva, se a mãe corresponder, ele vai criar o seu primeiro e bom conceito de si e do mundo (representado pela mãe). Se a identificação for negativa, o culto a um herói, onde o bebê acha que nunca vai chegar ao nível de sua mãe, que ela é demasiadamente capaz e boa, e que ele não se identifica assim. Inicialmente, a criança vai se tornar agressiva e desconfiada; mais tarde, elas vão se tornar menos competentes, menos entusiasmadas, menos persistentes.
Autonomia x Vergonha e Dúvida
Nesta fase a criança já tem algum controle de seus movimentos musculares, então direciona sua energia às experiências ligadas à atividade exploratória e à conquista da autonomia. Porém, logo a criança começa a compreender que não pode usar sua energia exploratória à vontade, que tem que respeitar certas regras sociais e incorporá-las ao seu ser, fazendo assim uma equação entre manutenção muscular, conservação e controle (Erikson, 1976). A aceitação deste controle social pela criança implica no aprendizado – ou no início deste – do que se espera dela, quais são seus privilégios, obrigações e limitações. Deste aprendizado surge também o poder de julgamento da criança, já que ela está aprendendo as regras. A questão é que os adultos, para fazerem as crianças aprenderem tais regras, como a de ir ao banheiro, fazem uso da vergonha e ao mesmo tempo do encorajamento para dar o nível certo de autonomia. Os pais, muitas vezes, usam sua autoridade de forma a deixar a criança um pouco envergonhada, para que ela aprenda determinadas regras. Porém, ao expor a criança à vergonha constante, o adulto pode estimular o descaramento e a dissimulação, como formas reativas de defesa, ou o sentimento permanente de vergonha e dúvida de suas capacidades e potencialidades.
De um sentimento de autocontrole sem perda de auto-estima resulta um sentimento constante de boa vontade e orgulho; de um sentimento de perda do autocontrole e de supercontrole exterior resulta uma propensão duradoura para a dúvida e a vergonha. Se ao invés da vontade o controle toma a forma de uma regra a ser cumprida a qualquer preço, algo mau e perseguidor, a criança começa a achar que a punição tem que ser aplicada incondicionalmente quando uma regra não for respeitada. É quando a punição vence a compaixão; se a criança se mobiliza com a punição do colega que perdeu o controle de uma regra, ou então se sente aliviado quando é punido por algo. Neste estágio, o principal cuidado que os pais têm que tomar é dar o grau certo de autonomia à criança. Se for exigida demais, ela verá que não consegue dar conta e sua autoestima vai baixar. Se ela é pouco exigida, ela tem a sensação de abandono e de dúvida de suas capacidades. Se a criança é amparada ou protegida demais, ela vai se tornar frágil, insegura e envergonhada. Se ela for pouco amparada, ela se sentirá exigida além de suas capacidades. Vemos, portanto que os pais têm que dar à criança a sensação de autonomia e, ao mesmo tempo, estar sempre por perto, prontos a auxiliá-la nos momentos em que a tarefa estiver além de suas capacidades. Se a criança se sentir envergonhada demais por não conseguir dar conta de determinada coisa ou se os pais reprimem demais sua autonomia, ela vai entender que todo o problema dela, toda a dúvida e a vergonha vieram de seus pais, adultos, objetos externos. Com isso, começará a ficar tensa na presença deles e de outros adultos, e poderá achar que somente pode se expressar longe deles.
De um sentimento de autocontrole sem perda de auto-estima resulta um sentimento constante de boa vontade e orgulho; de um sentimento de perda do autocontrole e de supercontrole exterior resulta uma propensão duradoura para a dúvida e a vergonha. Se ao invés da vontade o controle toma a forma de uma regra a ser cumprida a qualquer preço, algo mau e perseguidor, a criança começa a achar que a punição tem que ser aplicada incondicionalmente quando uma regra não for respeitada. É quando a punição vence a compaixão; se a criança se mobiliza com a punição do colega que perdeu o controle de uma regra, ou então se sente aliviado quando é punido por algo. Neste estágio, o principal cuidado que os pais têm que tomar é dar o grau certo de autonomia à criança. Se for exigida demais, ela verá que não consegue dar conta e sua autoestima vai baixar. Se ela é pouco exigida, ela tem a sensação de abandono e de dúvida de suas capacidades. Se a criança é amparada ou protegida demais, ela vai se tornar frágil, insegura e envergonhada. Se ela for pouco amparada, ela se sentirá exigida além de suas capacidades. Vemos, portanto que os pais têm que dar à criança a sensação de autonomia e, ao mesmo tempo, estar sempre por perto, prontos a auxiliá-la nos momentos em que a tarefa estiver além de suas capacidades. Se a criança se sentir envergonhada demais por não conseguir dar conta de determinada coisa ou se os pais reprimem demais sua autonomia, ela vai entender que todo o problema dela, toda a dúvida e a vergonha vieram de seus pais, adultos, objetos externos. Com isso, começará a ficar tensa na presença deles e de outros adultos, e poderá achar que somente pode se expressar longe deles.
Iniciativa x Culpa
Neste estágio a criança já conseguiu a confiança, com o contato inicial com a mãe, e a autonomia, com a expansão motora e o controle. Agora, cabe associar á autonomia e à confiança, a iniciativa, pela expansão intelectual. A combinação confiança-autonomia dá à criança um sentimento de determinação, alavanca para a iniciativa. Com a alfabetização e a ampliação de seu círculo de contatos, a criança adquire o crescimento intelectual necessário para apurar sua capacidade de planejamento e realização (Erikson, 1987, p.116). Quando ela já se sente capaz de planejar e realizar, ou seja, ela tem um propósito, ela tende a duas atitudes: numa delas, a criança pode ficar fixada pela busca de determinadas metas. Quando a criança se empolga na busca de objetivos além de suas possibilidades, ela se sente culpada, pois não consegue realizar o que desejou ou sabe que o que desejou não é aceitável socialmente, e precisa de alguma forma conter e reinvestir a carga de energia que mobilizou. Então, ela fantasia (muitas vezes magicamente) para fugir da tensão. O despertar de um sentimento de culpa, na mente da criança, poderá ficar atrelado à sensação de fracasso, o que gera uma ansiedade em torno de atitudes futuras (Erikson, 1987, p. 119). Novamente, o sentimento a respeito de si próprio pode ser decisivo para que medos não sejam fomentados. O propósito e a iniciativa também podem ser direcionados positivamente para a formação da responsabilidade, quando o senso de obrigação e desempenho se encontram ligados à ansiedade para aprender. Nesta fase, as crianças querem que os adultos lhes dêem responsabilidades, como arrumar a casa, varrer o quintal ou ajudar a consertar algo. É muito importante que os adultos lhes mostrem também que há certas coisas que ainda não podem fazer, embora possam permitir ajudas em algumas atividades. Quando a criança se dá conta de que realmente existem coisas que estão fora de suas capacidades (ainda), ela se contenta, não em fantasiar, mas sim em realizar uma espécie de “treino”, o que, na verdade, se constitui num teste de personalidade que a criança aplica em si. Para isso, ela utiliza jogos, testando sua capacidade mental, dramatizações, testando várias personalidades nela mesma, e brinquedos, que proporcionam uma realidade intermediária. Tudo isso é o que faz a conexão sadia do mundo interno e externo da criança nesta fase.
Diligência x Inferioridade
Podemos dizer que este período é marcado pelo controle, mas um controle diferente do que já discutimos. Aqui, trata-se do controle da atividade, tanto física como intelectual, no sentido de equilibrá-la às regras do método de aprendizado formal, já que o principal contato social se dá na escola ou em outro meio de convívio mais amplo do que o familiar. Com a educação formal, além do desempenho das funções intelectuais, a criança aprende o que é valorizado no mundo adulto, e tenta se adaptar a ele. Da idéia de propósito, ela passa à idéia de perseverança, ou seja, a criança aprende a valorizar e, até mesmo, reconhece que podem existir recompensas a longo prazo de suas atitudes atuais, fazendo surgir, portanto, um interesse pelo futuro. Nesta fase, começam os interesses por instrumentos de trabalho, pois trabalho remete à questão da competência. A criança nesta idade sente que adquiriu competência ao dedicar-se e concluir uma tarefa, e sente que adquiriu habilidade se tal tarefa foi realizada satisfatoriamente. Este prazer de realização é o que dá forças para a criança não regredir nem se sentir inferior. Se falhas seguidas ocorrerem, seja por falta de ajuda ou por excesso de exigência, a criança pode se sentir levemente inferior e regredir, retornando às fantasias da fase anterior ou simplesmente entrando em inércia. Além disso, a criança agora precisa de uma forma ideal, ou seja, regulada e metódica, para canalizar sua energia psíquica. Ela encontra esta forma no trabalho/estudo, que lhe dá a sensação de conquista e de ordem, preparando-o para o futuro, que, aos poucos, passa a ser uma das preocupações da criança. É nesta fase que ela começa a dizer, com segurança aparente, o que “quer ser quando crescer”, como uma iniciação no campo das responsabilidades e dos planejamentos.
Este texto foi extraído do artigo científico Intitulado: Erikson e a Teoria Psicossocial do Desenvolvimento dos Autores: Elaine Rabello e José Silveira Passos.
Apresenta outra teoria da apresentada em palestra, na escola, em 27/05/2010 pela própria organizadora deste texto, a qual, durante palestra, se referia a teoria de Freud.
Organizado por Denise Inês Frey (Estagiária de Psicologia na EMEI Aldo Pohlmann)
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Dia do desafio na Aldo foi um sucesso!!!
Ontem, 26 de maio de 2010 realizamos algumas atividades relacionadas ao Dia do Desafio.
Iniciamos as atividades conversando com as crianças sobre a importância de preservarmos o Rio dos Sinos, enfeitando a escola de Azul, confeccionando peixinhos com materiais recicláveis e participando da confecção de sabão com a reutilização de óleo usado. Pedimos que as crianças viessem vestidos de azul, convidamos as famílias a participarem de uma caminhada pela quadra da escola entregando amostra do sabão, juntamente com o objetivo, a receita do mesmo e a divulgação de que nossa escola possui um ponto de coleta de óleo usado que polui nossa água se jogado pelo ralo, ainda, solicitando a participação dos pais na assinatura de um abaixo assinado referente ao Rio dos Sinos. Nossa proposta foi muito bem aceita e até divulgada no jornal NH DE HOJE.
Iniciamos as atividades conversando com as crianças sobre a importância de preservarmos o Rio dos Sinos, enfeitando a escola de Azul, confeccionando peixinhos com materiais recicláveis e participando da confecção de sabão com a reutilização de óleo usado. Pedimos que as crianças viessem vestidos de azul, convidamos as famílias a participarem de uma caminhada pela quadra da escola entregando amostra do sabão, juntamente com o objetivo, a receita do mesmo e a divulgação de que nossa escola possui um ponto de coleta de óleo usado que polui nossa água se jogado pelo ralo, ainda, solicitando a participação dos pais na assinatura de um abaixo assinado referente ao Rio dos Sinos. Nossa proposta foi muito bem aceita e até divulgada no jornal NH DE HOJE.
terça-feira, 11 de maio de 2010
Convite para Ato Público: Me deixem brincar! Contra a proposta que pretende obrigar as crianças de 5 anos a ingressar no Ensino Fundamental
Caros amigos da infância,
A Aliança pela infância vem compartilhar o fato que está acontecendo onde instituições e organizações compremetidas com a infância no Brasil se organizam para impedir a aprovação da PL nº 6755/2010 (original PLS nº 414/2008) que se encontra na Comissão de Educação, em regime de prioridade e que pretende obrigar as crianças de cinco anos a ingressar no ensino fundamental.A Aliança pela Infância endossa a campanha contra a aprovação dessa lei por entender que a antecipação do início do ensino fundamental para cinco anos será uma violência contra a infância, além de trazer prejuízos para o sistema educacional brasileiro. Por isso conclama a todos a participarem do ato público organizado em São Paulo, no dia 11 de maio às 16h no Plenário Teotônio Vilela - Assembléia Legislativa de São Paulo.Além disso, reforçamos o pedido de adesão no abaixo assinado on line formalizado pela Rede Primeira Infância em Primeiro Lugar, www.primeirainfancia.org.br/2010/05/participe-da-nossa-peticao-online, para pugnar pela rejeição da proposta do senador Flávio Arns que pretende obrigar as crianças de 5 anos a ingressar no Ensino Fundamental.
A Aliança pela infância vem compartilhar o fato que está acontecendo onde instituições e organizações compremetidas com a infância no Brasil se organizam para impedir a aprovação da PL nº 6755/2010 (original PLS nº 414/2008) que se encontra na Comissão de Educação, em regime de prioridade e que pretende obrigar as crianças de cinco anos a ingressar no ensino fundamental.A Aliança pela Infância endossa a campanha contra a aprovação dessa lei por entender que a antecipação do início do ensino fundamental para cinco anos será uma violência contra a infância, além de trazer prejuízos para o sistema educacional brasileiro. Por isso conclama a todos a participarem do ato público organizado em São Paulo, no dia 11 de maio às 16h no Plenário Teotônio Vilela - Assembléia Legislativa de São Paulo.Além disso, reforçamos o pedido de adesão no abaixo assinado on line formalizado pela Rede Primeira Infância em Primeiro Lugar, www.primeirainfancia.org.br/2010/05/participe-da-nossa-peticao-online, para pugnar pela rejeição da proposta do senador Flávio Arns que pretende obrigar as crianças de 5 anos a ingressar no Ensino Fundamental.
Comemoração pelo Dia das Mães
MÃE
Mulher especial!
Que tece a vida em seu ventre.
Vibra pelas conquistas dos filhos.
Protege, guia,
Sorri, mesmo triste,
Para ver a felicidade da família.
Mãe... obrigado por você existir.
Deus te abençõe!
“FELIZ DIA DAS MÃES!”
EMEI Aldo Pohlmann
Maio/2010
Nosso encontro, COM AS FAMÍLIAS, neste último sábado foi um SUCESSO!
Vejam algumas imagens:
Lembranças das MAMÃES
HORA DO CONTO COM PROFESSORA GREICE: A DESCOBERTA DA JOANINHA
FE 5B APRESENTANDO A MÚSICA: ARCO-ÍRIS
FE 4A APRESENTANDO: MAMÃE ME DÁ UM CAFUNÉ
CANTO CORAL TODAS AS TURMAS: PROFESSORA ANA ERONILDA
BRINCANDO COM AS FAMÍLIAS
A PULGUINHA VAI FAZENDO UM CAFUNÉ!!!
AGRADECEMOS A PRESENÇA E A PARTICIPAÇÃO DE TODOS!!!
Agendão mês de Maio
Escola Municipal de Educação Infantil Aldo Pohlmann
Agendão nº 03/10 Novo Hamburgo, 04 de maio de 2010.
Agendão nº 03/10 Novo Hamburgo, 04 de maio de 2010.
“Fazer arte é brincar é um
ato de prazer!”
Senhores Pais!
01/05 – Feriado Nacional – DIA DO TRABALHO;
08/05 – Homenagem para as mães no ginásio do Centro Social Madre Regina às 9h e 30min.Teremos apresentação do Canto Coral, brincadeiras e algumas surpresas!!
“Mãe!
Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!”
(Mário Quintana)
13 e 14/05 - Feriado Municipal – Ascensão do Senhor;
19/05- Acerto dos cartões do cachorro-quente;
19/05 – Reunião Pais turma FE 5B às 18:30. Reunião de APEMEM e Pais Representantes ás 19 horas.
Iremos organizar o cachorro-quente;
21/05 – 1º BUFFET DE CACHORRO-QUENTE-Só para levar a partir das 17 horas;
26/05 – DIA DO DESAFIO!!
27/05- Reunião para TODOS os Pais às 19 horas na EMEI Aldo Pohlmann.Teremos neste encontro a psicóloga Denise Inês Frey que abordará assunto sobre “O desenvolvimento infantil”.
21/05 – 1º BUFFET DE CACHORRO-QUENTE-Só para levar a partir das 17 horas;
26/05 – DIA DO DESAFIO!!
27/05- Reunião para TODOS os Pais às 19 horas na EMEI Aldo Pohlmann.Teremos neste encontro a psicóloga Denise Inês Frey que abordará assunto sobre “O desenvolvimento infantil”.
Conto com a participação de todos;
28/05- Reunião Pedagógica para as professoras na escola. As crianças terão aula somente no turno da manhã a tarde não haverá aula;
29/05 – Comemoração na escola sobre o dia Internacional do BRINCAR.
28/05- Reunião Pedagógica para as professoras na escola. As crianças terão aula somente no turno da manhã a tarde não haverá aula;
29/05 – Comemoração na escola sobre o dia Internacional do BRINCAR.
A programação será enviada nos próximos dias.
Aguardem!
Estamos realizando coleta de brinquedos usados.
Estamos realizando coleta de brinquedos usados.
Estes serão colocados no saco de brinquedos que será disponibilizado para as famílias em breve!!
Estamos fazendo a coleta de óleo de cozinha usado para a reutilizar como sabão;
Estamos fazendo a coleta de óleo de cozinha usado para a reutilizar como sabão;
Observem a cabeça das crianças porque temos vários casos de PIOLHO;
Estamos doando 5 filhotes da coelhinha preta.
As famílias que possuem interesse em adota-los peço que liguem.
Professoras de aniversário:
03/05- Ana Grasiela - Projetos
26/05 – Ana Eronilda – FE4 A
PARABÉNS!!
Equipe Diretiva!
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